Um blog onde falo sobre o meu dia a dia! As receitas, as rotinas, a organização, os passatempos, a família... e tudo o mais que me apetecer. Todos são bem vindos; entrem, sentem-se, peguem num cafezito (virtual) e acompanhem-me nas minhas aventuras!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
...
No espaço de 48h, consegui levar com duas picadas de abelhas; uma na mão direita junto ao polegar, outra na parte de dentro do pulso direito. Vá lá que não sou alérgica, mas não imaginam o inchaço (e as dores!) que p'raqui vai. Haja gelo na arca frigorífica...
Eu também já tive uma melhor amiga
A propósito deste post da Suricate.
Eu já tive uma grande, grande amiga. Conhecemo-nos no 10º ano, tinhamos ambas 15 anos, mudámos de escola e ficámos na mesma turma. Estudávamos juntas, saíamos juntas, fazíamos tudo em conjunto. Se uma pensava na outra, a outra parecia que sentia e telefonava imediatamente à primeira; eu era a confidente dela, ela era a minha; acompanhámos os namoros, os anos de faculdade, a entrada no mundo do trabalho, o casamento, o nascimento dos filhos uma da outra.
Passávamos férias juntas; eu ajudei-a em mil e uma situações difíceis, ela fez o mesmo por mim; alturas houve em que não conseguíamos adormecer sem primeiro nos falarmos ao telefone e partilharmos como tinham corrido os nossos dias. Ela foi minha madrinha de casamento e madrinha de baptismo da minha filha.
Éramos como irmãs. Pois, éramos. Porque desde o dia em que eu deixei de trabalhar, ela pura e simplesmente deixou de me falar; não me respondia no FB, quando eu telefonava estava sempre ocupada ou em reuniões, se lhe mandava um email ou não obtinha resposta ou então era uma resposta seca e curta, mesmo a despachar. Finalmente percebi e não queria acreditar. Mas como ao longo de mais de 20 anos conquistei também a amizade da família dela, por portas e travessas consegui saber o verdadeiro porquê: Como eu já não trabalhava, não tinha nem assunto nem dinheiro para saídas, por isso não valia a pena manter a amizade.
Custa. Custa muito. Mas o que custa ainda mais é perceber que desperdicei anos e anos da minha vida com uma pessoa que, pelos vistos, sempre me enganou; porque se fosse realmente amiga, não se afastaria por um motivo destes. Digo eu, mas posso estar completamente enganada.
Agora? Agora não tenho amigas; nem conhecidas, já que as saídas de casa são apenas para tratar de assuntos da família e/ou em família. Se sinto falta? Sinto. Sinto falta de ter alguém com quem ir tomar um café, de alguém com quem passar uma tarde nos saldos, de alguém com quem conversar sobre as venturas e desventuras dos filhos... Sinto falta de perceber que existem outras coisas na vida e no mundo para além da casa, do marido e dos filhos.
Eu já tive uma grande, grande amiga. Conhecemo-nos no 10º ano, tinhamos ambas 15 anos, mudámos de escola e ficámos na mesma turma. Estudávamos juntas, saíamos juntas, fazíamos tudo em conjunto. Se uma pensava na outra, a outra parecia que sentia e telefonava imediatamente à primeira; eu era a confidente dela, ela era a minha; acompanhámos os namoros, os anos de faculdade, a entrada no mundo do trabalho, o casamento, o nascimento dos filhos uma da outra.
Passávamos férias juntas; eu ajudei-a em mil e uma situações difíceis, ela fez o mesmo por mim; alturas houve em que não conseguíamos adormecer sem primeiro nos falarmos ao telefone e partilharmos como tinham corrido os nossos dias. Ela foi minha madrinha de casamento e madrinha de baptismo da minha filha.
Éramos como irmãs. Pois, éramos. Porque desde o dia em que eu deixei de trabalhar, ela pura e simplesmente deixou de me falar; não me respondia no FB, quando eu telefonava estava sempre ocupada ou em reuniões, se lhe mandava um email ou não obtinha resposta ou então era uma resposta seca e curta, mesmo a despachar. Finalmente percebi e não queria acreditar. Mas como ao longo de mais de 20 anos conquistei também a amizade da família dela, por portas e travessas consegui saber o verdadeiro porquê: Como eu já não trabalhava, não tinha nem assunto nem dinheiro para saídas, por isso não valia a pena manter a amizade.
Custa. Custa muito. Mas o que custa ainda mais é perceber que desperdicei anos e anos da minha vida com uma pessoa que, pelos vistos, sempre me enganou; porque se fosse realmente amiga, não se afastaria por um motivo destes. Digo eu, mas posso estar completamente enganada.
Agora? Agora não tenho amigas; nem conhecidas, já que as saídas de casa são apenas para tratar de assuntos da família e/ou em família. Se sinto falta? Sinto. Sinto falta de ter alguém com quem ir tomar um café, de alguém com quem passar uma tarde nos saldos, de alguém com quem conversar sobre as venturas e desventuras dos filhos... Sinto falta de perceber que existem outras coisas na vida e no mundo para além da casa, do marido e dos filhos.
domingo, 6 de julho de 2014
1 Mês!
Há precisamente um mês tomei a decisão de criar este cantinho, e fi-lo com este post; pensei que não duraria mais que uns dias, talvez uma semana, vá-se lá saber porquê...
Mas a realidade é que estou por aqui há 30 dias e não tenciono ir embora tão cedo! Neste curtíssimo espaço de tempo percebi que este cantinho é mesmo importante para mim; porque me "obriga" a fazer coisas, hahahaha! Porque quando penso em fazer alguma coisa e a cabeça me diz "deixa lá, fazes depois, experimentas depois", vocês surgem de imediato como contrapeso, ou seja... A vontade de vos mostrar o que fiz, o que planeei ou simplesmente escrever um qualquer disparate é maior do que a tendência à procrastinação. Porque me sinto acompanhada. E esta sensação, se bem que seja virtual, é algo que eu não sentia há muito tempo.
Por isso, muito, mas mesmo muito obrigada por estarem desse lado; todas vocês, sem excepção!
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Vergonha... É o que sinto
Em relação ao Sr. Cavaco Silva, Presidente da República do país onde nasci, sempre vivi e vivo. Sinto vergonha por ter um PR tão desinformado e desactualizado que nem sequer se recorda que o ensino obrigatório já contempla o 12º ano desde 2012...
Vejam/ouçam aqui.
E também me ficou atravessada a não felicitação ao Carlos do Carmo pelo Grammy... Aqui, por exemplo.
Com governantes assim, como é que podemos querer ter um país minimamente culto, educado e instruído?? (Isto para não falar em milhares de outras coisas!)
E se eu "desaparecer do mapa", é porque alguém da Presidência leu este post e resolveu processar-me por difamação ou algo semelhante...
Vejam/ouçam aqui.
E também me ficou atravessada a não felicitação ao Carlos do Carmo pelo Grammy... Aqui, por exemplo.
Com governantes assim, como é que podemos querer ter um país minimamente culto, educado e instruído?? (Isto para não falar em milhares de outras coisas!)
E se eu "desaparecer do mapa", é porque alguém da Presidência leu este post e resolveu processar-me por difamação ou algo semelhante...
Perdendo Peso: Contextualização e Resolução #1
Tal como referi neste post, uma das coisas que quero fazer em breve é perder algum (muito) peso, por todas as razões e mais algumas. Mas para perceberem um pouco a forma como este assunto me afecta, talvez seja melhor contar um pouco da minha história com o peso...
Eu sempre fui forte, desde que nasci; sempre estive acima do intervalo de peso considerado normal para cada idade e para a minha altura; a minha família achava "engraçado" que eu fosse uma criancinha rechonchudinha e tratavam de me alimentar bem, muito bem (em quantidade, não em qualidade, claro). E mesmo quando eu dizia que estava cheia, faziam-me comer tudo e, se fosse preciso, repetir...
Enfim. Aos 20 anos fiz uma dieta rigorosíssima e em 6 meses perdi uns bons 15 quilos; sentia-me bem, mas a família achava que eu estava muito doente! Tão doente que até me queriam internar porque eu estava "anoréctica" (na realidade, foi a única vez na vida que tive o peso correcto para a minha altura e estrutura óssea); tanto andaram, tanto andaram, que a minha mente quase se convenceu que eles tinham razão; como resultado, voltei a engordar (não imaginam a pressão que era; a minha relação com a comida voltou a ficar completamente distorcida).
Entretanto casei, tive a minha filha e consegui recuperar o peso que tinha antes da gravidez (excessivo, mas pelo menos era o mesmo de antes). E nos anos seguintes tentei várias vezes voltar a fazer dieta, sem sucesso. Há 4 anos, depois de ter o meu filho e de deixar de o amamentar, consegui alcançar a motivação e a força de vontade necessárias para perder peso. E perdi 20kg! Mantive esse peso cerca de um ano, até ser obrigada a deixar de trabalhar; nessa altura deprimi, e, claro, vinguei-me na comida. Voltaram os 20 kg e mais alguns.
E nos últimos 2 nos a batalha tem sido sempre ganha pela comida; e uso o termo "batalha" porque me sinto numa guerra... Mas não desisto! O percurso tem sido sempre em altos e baixos: durante umas semanas porto-me lindamente, faço tudo como deve ser mas, de repente ocorre um qualquer imprevisto (basta uma noite mal dormida, uma refeição não planeada fora de casa, qualquer coisinha de nada) e lá volto eu ao mesmo; desanimo, acho que o esforço não serve para nada, que os resultados não aparecem... E tudo, e tudo, e tudo.
Pois desta vez, a estratégia inicial vai ser diferente: não vou deixar de comer nada que me apeteça, não vou cingir-me a legumes e saladas como acompanhamentos; vou sim, começar (ou melhor, já comecei) a comer em pratos de sobremesa e proibir-me de repetir, além de fazer alguns jantares de fruta e iogurte (porque por vezes é mesmo o que me apetece comer). E já agora, juntar a aguinha diária, que não custa assim tanto.
E com o tempo, logo se vê se vai resultar em alguma coisa ou não. Para já, são 23kg para deitar abaixo.
1 Mês de Kakebo
Neste post mencionei que tinha começado a utilizar o Kakebo. Pois que na semana passada concluí o primeiro mês de utilização do mesmo e já posso tirar algumas conclusões, nomeadamente:
- Há que sistematizar a introdução dos gastos, para ter a certeza que não me esqueço de nada (não me esqueci, mas a sistematização é mesmo importante);
- Tive, ao longo do mês, uma noção bastante real dos valores gastos e também dos valores que ainda tinha disponíveis para gastar;
- A noção referida no ponto anterior levou-me a ponderar de forma muito mais eficaz relativamente a alguns gastos (impulsivos ou não)
- Com a ponderação do ponto anterior e a noção real dos valores gastos e não gastos, consegui uma poupança de 104€! Não é muito, mas este mês também não contei fazer uma grande poupança, o objectivo foi mesmo perceber o funcionamento do Kakebo.
Agora, com as contas do mês de Julho já todas previstas e orçamentadas e tendo em conta a poupança do mês passado, já sei que consigo inscrever o filho na escolinha de futebol e pagar as mensalidades da época toda sem ter que ir mexer nas poupanças. E com jeitinho, o mesmo para a natação.
Por isso, no 2º mês também não conto fazer uma grande poupança, mas vou certamente conseguir não me "desgraçar", pois com os gastos todos anotados e uma visualização muito fácil dos mesmos, o controlo é também muito maior :)
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Cá por casa todos dormem
O marido, que está de folga e precisa de pôr os sonos em dia; a filha, que está de férias e parece que usa pilhas "duradorme" (por analogia às duracell) porque para acordar é sempre quanto mais tarde, melhor. E o filho, que com a dose de anti-histamínico que está a fazer por causa da escarlatina, tem sono que nunca mais acaba (perfeitamente normal, segundo o médico e a farmacêutica) e, pela primeira vez na vida, está a conseguir ser o último a acordar cá em casa. Quanto aos gatos e ao cão... Nem comento, já que esses dormem sempre que podem, hahahahaha!
Já eu... Acordei às 8h da manhã para dar o antibiótico ao pequenito e tenho estado a aproveitar o tempo para fazer uma série de coisas que estavam em standby desde domingo, dia em que o petiz adoeceu. É que ele até é bastante independente, mas quando está doente... A mãe tem que estar ao lado dele 24h/24h e não pode fazer mais nada!!!!!!!!!!!!
Adorava conseguir pôr as visitas aos vossos cantinhos em dia, mas quer-me parecer que ainda não vai ser hoje... Talvez amanhã, porque agora vim aqui mesmo de fugida só para escrever este disparate de post, agradecer os vossos comentários ao post de ontem sobre o filhote e informar que, apesar do sono, o caçula da família melhora a olhos vistos :)
Quadro Organizacional
Esta é uma das "ferramentas" que utilizo para gerir a casa e a família:
O meu quadro organizacional, instalado numa parede da cozinha! Formado por uma parte de cortiça em cima, onde coloco listas de compras em branco, papelinhos para recados, o horário da filha e ainda um horário com as várias actividades da família (não está lá porque estava a reorganizá-lo na altura em que tirei a foto). E em baixo, dois quadros brancos magnéticos, onde coloco os vários cupões de desconto, a lista de compras em uso (onde anotamos tudo o que vai acabando) e onde posso também, por exemplo, anotar a ementa da semana, se quiser. Também tenho um recipiente magnético que comprei há anos no IKEA, com lápis e canetas.
Não podia ser mais simples, mas dá imenso jeito! Ah, e não furei a parede; os quadros estão presos com fita cola dupla, própria para pendurar objectos em paredes :)
O meu quadro organizacional, instalado numa parede da cozinha! Formado por uma parte de cortiça em cima, onde coloco listas de compras em branco, papelinhos para recados, o horário da filha e ainda um horário com as várias actividades da família (não está lá porque estava a reorganizá-lo na altura em que tirei a foto). E em baixo, dois quadros brancos magnéticos, onde coloco os vários cupões de desconto, a lista de compras em uso (onde anotamos tudo o que vai acabando) e onde posso também, por exemplo, anotar a ementa da semana, se quiser. Também tenho um recipiente magnético que comprei há anos no IKEA, com lápis e canetas.
Não podia ser mais simples, mas dá imenso jeito! Ah, e não furei a parede; os quadros estão presos com fita cola dupla, própria para pendurar objectos em paredes :)
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Escarlatina
Sabem que mais?? Eu tenho um filho que, pelos vistos, prima pela originalidade... Enquanto praticamente toda a escolinha dele andou a braços com um surto de varicela nos últimos 3 meses, o miúdo escapou-se sempre. Agora, naquela que seria a última semana de aulas, "resolveu" ficar doente; eu e o marido pensámos que seria a malvada da varicela, mas não... O miúdo achou que tinha de ser original (estou a brincar, claro) e vai daí... Escarlatina!
Está vermelho que nem um tomate; ele que até é super branquinho, mais parece um pele-vermelha. Já está medicado e até já se sente melhor, a febre já está a ir embora; mas custa-lhe muito a engolir e as mãozinhas mais parecem dois cepos, de tão inchadas que estão. Ele então quer lá saber disso, está é furioso porque assim não pode ir aos treinos de futebol e vai perder a festinha de fim de ano na escola... Enfim. Pelo menos entrou de "férias" mais cedo (sim, que isto de estar doente não é bem o mesmo que estar de férias).
Já agora aproveito para vos pedir desculpa por andar mais ausente dos vossos cantinhos (e do meu também), prometo que assim que der vos vou visitar a todas!!!
terça-feira, 1 de julho de 2014
Cachecol vira Gola!!!
Primeiro projecto de costura terminado!!!!!!!!!
Eu tinha um cachecol enorme, com 2 metros de comprimento por 60cm de largura, já muuuuuito velhinho, ainda dos tempos de solteira, que não usava há anos; há tempos, quando fiz uma limpeza aos meus armários e gavetas, pu-lo no saco de coisas para doar, porque achei que já não o ia usar mais.
Entretanto, e por querer aprender a costurar, tenho andado a dar volta às coisas que pus nesse saco, para perceber se por acaso poderia reaproveitar alguma - se corresse bem, óptimo; se corresse mal, pois também não teria gasto dinheiro em tecidos...
O velhinho cachecol foi o primeiro a sair do saco:
Cortei-lhe as franjas e um bocado do comprimento para que ficasse com cerca de 1,5m, dobrei-o ao meio no sentido do comprimento, prendi as laterais com alfinetes e... Máquina de costura com ele:
Criei assim um tubo. Depois virei do direito, dobrei ao meio para juntar as duas pontas do tubo; uni as partes de dentro com alguns alfinetes e comecei a cosê-las também na máquina. Deixei uma abertura, que cosi à mão e... Tcharam!!!!!
Uma bela gola para usar no próximo inverno.
O velho virou novo e eu dei uns pontinhos de treino na máquina de costura :)
Que me dizem??
Eu tinha um cachecol enorme, com 2 metros de comprimento por 60cm de largura, já muuuuuito velhinho, ainda dos tempos de solteira, que não usava há anos; há tempos, quando fiz uma limpeza aos meus armários e gavetas, pu-lo no saco de coisas para doar, porque achei que já não o ia usar mais.
Entretanto, e por querer aprender a costurar, tenho andado a dar volta às coisas que pus nesse saco, para perceber se por acaso poderia reaproveitar alguma - se corresse bem, óptimo; se corresse mal, pois também não teria gasto dinheiro em tecidos...
O velhinho cachecol foi o primeiro a sair do saco:
Cortei-lhe as franjas e um bocado do comprimento para que ficasse com cerca de 1,5m, dobrei-o ao meio no sentido do comprimento, prendi as laterais com alfinetes e... Máquina de costura com ele:
Criei assim um tubo. Depois virei do direito, dobrei ao meio para juntar as duas pontas do tubo; uni as partes de dentro com alguns alfinetes e comecei a cosê-las também na máquina. Deixei uma abertura, que cosi à mão e... Tcharam!!!!!
Uma bela gola para usar no próximo inverno.
O velho virou novo e eu dei uns pontinhos de treino na máquina de costura :)
Que me dizem??
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