sábado, 13 de dezembro de 2014

Organização no quarto: O roupeiro - Parte 2

Ora, tal como prometi ontem, aqui fica o resultado final do destralhamento e arrumação do roupeiro! Peço já desculpa pela 1ª foto, que está completamente desfocada, mas por mais que tentasse não consegui que saísse como deve ser!


Como as portas são de correr, tive que tirar duas fotos para mostrar a panorâmica geral; note-se que está aqui toda a minha roupa de verão e inverno, à excepção de t-shirts, camisolas de malha e interiores.


E agora, alguns detalhes:


Retirei tudo o que eram cabides de plástico e só ficaram os de madeira; também os pus todos viradinhos para o mesmo lado; nenhum deles tem mais que duas peças de roupa - umas calças e uma camisa, umas calças e um casaco, etc.


Os cabides que sobraram foram colocados na parte de cima, dentro deste cesto; e como a "febre" de arrumação foi grande, até me dei ao trabalho de arrumá-los todos direitinhos:


O módulo das gavetas estava literalmente a deitar por fora, completamente desarrumado, tudo misturado e até tinha coisas atrás das gavetas (shame on me...); agora está assim! A gaveta de cima tem os pijamas (e sobra espaço!) a do meio tem roupas desportivas (para fazer exercício) e a de baixo tem toucas e fatos de banho e as leggings. Ao lado do módulo está um cesto que antes estava cheio de malas; agora, ficou vazio e vai servir para colocar eventuais peças para doar.


Ao lado do cesto vermelho está um outro cesto, onde couberam as malas mais sortudas... Aquelas que escaparam ao destralhamento! Acabei por ficar com 2 malas de inverno, uma preta e outra castanha, duas de verão, uma branca e outra vermelha, e uma outra mala, de ganga, que dá para qualquer estação. E estou a achar que são muitas, porque a realidade é que eu ponho uma mala a uso e só mudo de mala quando ela se estraga (não sei porque é que as guardava depois de estragadas...)


E por cima do cesto, no cantinho esquerdo do armário, pendurei todos os meus lenços e cachecóis, que antes estavam numa gaveta da cómoda. Já tinha este acessório, que comprei no Ikea, há mais de um ano cá em casa... Agora finalmente dei-lhe uso:


O post já vai longo, mas aproveito e junto também as fotos da cómoda... Normalmente nem me atrevia a abrir as gavetas se o meu marido estivesse no quarto, hoje então ponho-as aqui para toda a blogosfera ver, hahahaha!

A primeira, é a gaveta dos interiores: meias, collants, etc. Os separadores já lá estavam há anos, mas esta gaveta mais parecia ter sido vítima de um terramoto! Agora desfiz-me de tudo o que não estava em condições, cosi as meias que precisavam (sim, já as cosi todinhas!!) e arrumei tudo de forma mais organizada - a caixa da esquerda tem as cuecas, a do meio as meias para os ténis e de dormir e a da esquerda as collants; por trás desta estão as meias de licra, sendo que as meias até ao joelho foram separadas por cor e colocadas dentro de dois saquinhos plásticos, para não se misturarem todas; ainda me sobrou espaço no fundo da gaveta:


E aqui... A minha "colecção" de camisolas de malha; antes eram as duas gavetas e quase não fechavam... Agora, uma gaveta chega e ainda sobra. Só não sei o que hei-de colocar na gaveta que está vazia:


Pronto. Roupeiro destralhado e arrumado, cómoda destralhada e arrumada. Vamos lá ver se, com muuuuito menos roupa, consigo manter a ordem :)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Organização no quarto: O roupeiro - Parte 1

Hoje foi o dia!!! AQUELE dia que qualquer uma de nós anseia e ao mesmo tempo teme valentemente: O dia de destralhar o roupeiro. Já na altura em que pintei o quarto, no verão, fiz uma limpeza razoável (achava eu), mas agora é que foi mesmo a valer.

De manhã levei o pequenito à escola, vim para casa, tomei um café e fui ao Pinterest investigar algumas ideias e estratégias para "atacar" o roupeiro, mas acho que não demorei nem 15 minutos a decidir-me e a tomar coragem, porque no fundo já sabia o que é que tinha que fazer... A forma como o fiz é que se calhar foi um bocadinho diferente do que é geralmente aconselhado - não esvaziei o roupeiro todo para cima da cama; em vez disso, fui tirando peça a peça, analisava e decidia o que fazer com ela.

O "monte" que doei
Despachei tudo o que não me servia, tudo o que tinha nódoas ou já não estava em condições de levar à rua e quase tudo o que não gostava (a certa altura achei melhor parar, sob pena de ficar mesmo sem ter o que vestir). Sem dó nem piedade. Mesmo.

Os sacos prontos para colocar no contentor
No total, foram 9 sacos, estes que vêem na imagem, que coloquei no contentor da Humana, já que tenho um relativamente perto de casa. Para além destes, ainda despachei mais 4 sacos para o lixo, com peças que já não serviam para absolutamente nada e outro com cabides que já não seguravam nada, estavam partidos e por aí fora.

Os cabides que despachei
No final, fiquei com cerca de 1 terço daquilo que tinha dentro do armário, se tanto... A seguir pensei em parar, mas não me apeteceu deixar o destralhamento de roupas a meio, pelo que passei para a cómoda; foram-se mais umas quantas camisolas de malha, meias que não calçaria nem que fossem as últimas à face da terra, cuecas e soutiens que já não estavam em condições, pijamas velhos e disformes...

E entretanto cheguei a algumas conclusões:

  • Eu guardo tudo; já sabia disto, mas hoje confirmou-se mesmo; ao ponto de ter descoberto no roupeiro casacos dos tempos de solteira (e olhem que já mudei de casa 3 vezes desde então...), fatos de banho também dos tempos de solteira e outras peças que tais. Por cá, sempre foi "compra novo e não deita nada fora", lol!
  • Não vale a pena guardar a roupa dos tempos em que trabalhava; já não a visto desde essa altura! Fiquei com um fato, uma camisa, umas calças e um blazer vindos desse tempo, caso precise de uma roupa um pouco mais formal; o resto, andou tudo, porque já não tinha nada a ver comigo (e também já não me servia).
  • Preciso de arranjar forma de, no próximo ano, comprar algumas peças de roupa básicas, porque não as tenho mesmo (hei-de pensar sobre isto mais tarde, que agora a ideia é destralhar e organizar a casa).
  • Destralhar é bom, faz bem à alma; não imaginam como me sinto mais leve... Agora corro é o risco de não ter roupa suficiente no armário, mas a verdade é que antes de fazer isto também não tinha, já que tudo o que retirei não era vestido há bem mais de um ano.

Bem vistas as coisas, só entre a cozinha e o quarto, já retirei pelo menos 20 sacos de "tralha" cá de casa. E ainda faltam os quartos dos meus filhos, o roupeiro do meu marido, a casa de banho e eventualmente o escritório (que já levou uma enormérrima volta no verão).

Diz o meu marido que, por este andar, ainda acabamos só com as paredes da casa. Pois eu então digo que este mês de Dezembro se está a revelar com um enorme potencial de catarse para mim. Quer-me parecer que estava mesmo a chegar ao fundo do poço e se não fosse agora, não agiria nunca. Só espero que toda esta capacidade de organização exterior, vinda sei lá de onde, me ajude a organizar também a nível interior/emocional.

Ah, amanhã ou depois mostro as fotos do armário todo arrumadinho, hoje não consegui tirá-las porque a luz foi-se embora! E também ainda estou a pensar se deixo como está ou se organizo de outra maneira :)

Ai...

Fonte: Google Imagens

Tenho uma pilha de meias bem maior que esta para coser... Quem me mandou ir dar a volta àquilo que estava tão bem escondidinho???

Ontem passei-me com ela

Há uma coisa que eu não admito, em caso algum, aos meus filhos: faltas de respeito. Eu posso ser muito cool, muito liberal, muito amiga, muito comparsa, muito tudo, mas respeitinho é bom e eu gosto, ponto final parágrafo.

Sempre permiti eventuais "negociações" aos meus filhos, desde que devidamente justificadas e razoáveis. Mas uma coisa que é sagrada cá em casa é a hora do jantar. Cá, jantamos às 20h e é às 20h, não é passados 10 minutos ou mais, a não ser nos dias em que o filho tem futebol, porque chego com ele do treino precisamente a essa hora.

Pois que ontem chamei a família para jantar à hora habitual; e a madame filha... Nada. Não respondeu, não perguntou se se podia atrasar uns minutinhos, nada de nada. Depois de eu, marido e filho estarmos sentados à mesa e os pratos servidos, tornei a chamá-la; responde ela aos berros, que já tinha ouvido e não podia vir porque estava a jogar um jogo qualquer no pc e não podia interromper. Eu comecei a ferver; o pai perguntou-lhe se ela sabia que horas eram e porque raio se tinha ido pôr a jogar, se sabia que era hora de jantar; ela... nada.

Eram 20h45, já nós os 3 tínhamos acabado de jantar, a louça estava na máquina e a cozinha praticamente arrumada; e o jantar dela... Completamente frio em cima da mesa. Deu-me uma fúria, subi as escadas e arranquei-lhe o pc da secretária; virei costas, trouxe-o comigo e nem sequer abri a boca.

Vem ela atrás de mim, senta-se à mesa e começa a comer a sopa; sai-se com um "ai, a sopa está fria!"... Só lhe respondi que sorte tinha ela de ainda ter a sopa para comer, porque por mim já nem jantava. Vá lá que ela não se atreveu a responder de volta, senão acho que além de ficar sem pc, ainda ficava com a minha mão marcada. Sim, que uma boa palmada nunca fez mal a ninguém.

Agora só não sei é por quanto tempo hei-de impedi-la de ter acesso ao pc. Por mim era até ao ano que vem... Ou mais, que o ano que vem está quase aí à porta!

Pronto, já desabafei.

Organização na cozinha: Pormenores que fazem a diferença - Parte 2

Ora na sequência do post de ontem, vamos lá aos restantes pormenores de que dei conta na minha cozinha!

Falemos sobre frascos e outros recipientes recicláveis e reciclados: Eu guardo (ou guardava) praticamente tudo; de tal forma que só o armário que vêem na foto abaixo - com 3 prateleiras - estava repleto de recipientes desse género porque... Um dia podia precisar deles!


Pois que agora fiquei só com os que vêem na imagem, mais dois ou três que estão a uso no frigorífico. Chegam e sobram e se for preciso, há sempre novos recipientes que se compram. Ganhei espaço e consegui arrumar nas outras prateleiras algumas coisas que estavam a incomodar noutros armários e até mesmo espalhadas pela cozinha porque não sabia onde as arrumar.

Então e aquelas coisas miúdas (e outras não tão miúdas) que dá sempre jeito ter à mão?


Pois que estão nestes 3 cestos. O mais pequeno era o suporte de talheres da máquina de lavar louça antiga e que na altura (há uns bons 3 ou 4 anos) eu resolvi guardar; tem lá as molas para fechar sacos, tesoura, descascador de legumes, medidores coador, isqueiro de fogão, abre-latas, abre-garrafas... E as divisórias dão muito jeitinho porque as coisas não se misturam lá dentro.

Os cestos maiores são de plástico e já tiveram muitas funções cá em casa: já estiveram na despensa com batatas e cebolas, já estiveram em cima da mesa a servir de fruteira, já estiveram no meu quarto a servir de apoio à muda da fralda do meu filho, já estiveram quase a ser "despachados" e agora descobri que encaixam perfeitamente no espaço entre a bancada e os armários superiores, num canto morto da bancada. O cesto de cima tem a mandolina e respectivos acessórios; o de baixo tem as "miudezas" - ralador, palitos, sal de mesa, acessório para cozer a vapor, uma caixa de fósforos, etc.
E por baixo pus uma caixa de pão que também andava por aí aos caídos, onde agora vou colocando os pães que o meu filho traz da escola para depois os aproveitar (antes guardava-os num armário, assim também libertei esse espaço)


Ao lado dos cestos coloquei um suporte para livros, vindo dos tempos em que ainda trabalhava e nele coloquei as tábuas de cortar, que assim ficam à mão e arrumadinhas!


Tenho uma calha de metal colocada por baixo dos armários superiores (não está na parede porque não quis furá-la na altura); antes estava cheia de coisas e fazia-me confusão, porque a cozinha parecia sempre desarrumada. Agora, a volta que dei foi tal que só lá ficou o que vocês vêem; de qualquer das maneiras, estão lá ganchos vazios que poderão vir a ser necessários.


Por último, as chávenas do café, colocadas numa prateleira suspensa, por cima daquilo que eu chamo a minha "coffee station"; mais um aproveitamento de espaço vertical, as chávenas ficam mais à mão e saíram de um armário, mais uma vez libertando espaço dentro do mesmo Esta prateleira acabou por ser o único gasto que fiz nesta onda de organização da cozinha.

E só vos digo que ficou muito, mas muito melhor, estou mesmo satisfeita. Mais uma vez se confirma (ou pelo menos eu confirmo) que com pouco se consegue fazer muito... Basta querer, conseguir ganhar a motivação e pôr a imaginação a trabalhar, lol!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Reflectindo #1

Todos os anos (pelo menos os últimos 4 ou 5) dou comigo a chegar a Dezembro... Aquele mês em que toda a gente faz o balanço do ano que passou e pensa nos objectivos que quer atingir no ano seguinte. E também todos os anos chego à mesma conclusão: que não cumpri os objectivos a que me propus. Este ano, cheguei a essa conclusão, mas também a uma outra: grande parte da culpa (senão toda, mas deixo aqui um espacinho para factores externos incontornáveis, já que eles existem, por mais que nós queiramos!) é minha, por um lado porque os objectivos não são bem pensados e formulados, por outro lado porque não penso a sério sobre o ano que está a terminar e por outro ainda, porque não me organizo de forma a ter os meus objectivos sempre presentes.

Por isso, a par da organização da casa, tenho também passado algum tempo a explorar formas de fazer uma introspecção a sério sobre o ano que está prestes a terminar, ideias para me organizar nas minhas rotinas e ainda uma maneira de não "esquecer" os objectivos que pretendo estabelecer para o próximo ano.

No meio destas minhas pesquisas, dei de caras no Pinterest com uma lista de questões que me pareceram extremamente adequadas aos meus propósitos - umas para pensar sobre 2014, outras para me questionar ao longo de 2015 e não perder o "norte". Ao que parece, a lista de perguntas faz parte do Passion Planner, que também me parece bastante interessante mas que, na realidade, não se adapta aos meus objectivos de organização nem às minhas rotinas :(

Deixo-vos aqui a lista de questões (com uma tradução livre, já que o original está em inglês) referente ao final do ano, caso alguém queira fazer este exercício:

  1. De 1 a 10, como é que me sinto em relação ao ano que agora termina?
  2. Qual foi o meu dia mais memorável e porquê?
  3. O que é que eu faria de forma diferente? Porquê?
  4. Quais foram os acontecimentos mais importantes de 2014 para mim e porquê? Listar os 3 mais importantes.
  5. De que maneira é que eu estou diferente agora em relação ao final do ano passado?
  6. Em que é que eu posso melhorar no próximo ano?
  7. O que é que eu fiz este ano que eu ache que me vou lembrar para o resto da minha vida? Como é que posso vivenciar mais experiências semelhantes?
  8. Quais foram as coisas que eu fiz ao longo deste ano que me deixam orgulhosa?
  9. Qual foi a parte mais difícil do ano para mim e como é que lidei com ela?
  10. Quais foram as três coisas mais importantes que eu aprendi este ano?
  11. Em que área é que eu acho que melhorei mais?
  12. Que conselho é que eu daria a um "eu" mais novo?
  13. O que é que eu espero alcançar no próximo ano?
Se eventualmente conseguir arranjar respostas para isto tudo - ou quase tudo - comprometo-me desde já a partilhá-las com vocês, sejam elas positivas ou negativas :)

Organização da cozinha: Pormenores que fazem a diferença - Parte 1

Se bem se recordam, neste post eu disse que em Dezembro queria tentar organizar um pouco mais a minha casa; e que até já tinha começado, pela cozinha! Pois agora vou escrever mais um bocadinho sobre o que fiz e mostrar-vos algumas fotos :)

Além dos 4 sacos de tralha que já tinha tirado, ainda tirei mais um e desconfio que ainda consigo encher outro, mas não vai ser já, já. No fundo, o que fiz foi destralhar e depois mexer-me, ou seja, arrumar armários e dar conta das coisinhas todas que andava há meses a pedir ao marido para fazer... É que ele é assim um bocadito para o preguiçoso no que diz respeito a ajudar-me, por exemplo, a pôr ganchos nas paredes, tirar medidas, etc.

Ao longo do ano fui comprando (e ganhando) alguns acessórios que queria pôr na cozinha, mas sempre que pedia a ajuda do marido ele dizia que fazia no dia a seguir; e o tempo foi passando, as coisas foram-se juntando e ele nada de as pôr nos respectivos sítios! Agora, já está tudo direitinho e onde eu queria. Vamos às fotos?


O suporte para os rolos já por cá andava quase desde o início do ano; veio da minha sogra, ainda embalado, que primeiro pagou um balúrdio por ele e depois é que chegou à conclusão que na cozinha dela não tinha onde o pôr (é o que dão as compras por impulso, lol). Muni-me da minha querida amiga fita-cola dupla própria para quadros e espelhos, da bela da fita métrica e colei o suporte na parede, aproveitando o espaço mesmo junto à porta da despensa e por cima do respectivo interruptor da luz. Rolos arrumados, fáceis de aceder e sem ocuparem espaço útil na mesa, bancada, gavetas ou armários.


Por cima do lava-louça tenho uma enorme janela; costumava ter um suporte de secar talheres (sempre tombado para o lava-louça) com os esfregões... Passava a vida a ter que limpá-lo, porque acumulava imensa água. Um dia (há uns meses atrás) passei num De Borla, vi esta prateleirinha na secção de casa de banho, achei que era ideal para os ditos esfregões e comprei-a - nada como readaptar!; saquei da fita-cola dupla e pronto, prateleirinha mesmo por baixo do parapeito da janela e nada de esfregões tombados no lava-louça.


Esta é a torneira de segurança do gás; feia e mal posicionada, mesmo por cima do vivo na parede... Esta torneira sempre me irritou. E como já estava farta de ter as pegas de cozinha sempre caídas na bancada, de repente fez-se luz: fui buscar um gancho de colar na parede ao fundo da gaveta das quinquilharias e colei-o mesmo por cima da torneira:


Pronto, torneira do gás escondida, pegas sempre à mão e arrumadinhas!

Continuando numa de ganchos, os panos de cozinha também andavam sempre aos caídos (a cozinha não é lá muito funcional e demorei anos a lembrar-me de pôr ganchos nos bocadinhos de parede disponíveis, lol!). Lá saíram mais 2 ganchos (por acaso iguais ao das pegas, mas só mesmo por acaso!) da gaveta das quinquilharias e o bocadinho de parede ao lado da janela ficou assim:


Nunca mais tive que andar feita doida à procura dos panos nem os mesmos me atrapalharam por não terem a sua devida "casa".

E por agora... Chega, mas não tarda vem aí a parte 2 dos pormenores de que tratei na cozinha :)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Focinho no nariz... Nariz no focinho... Disparates, pois está claro!

Ontem fiz mais uma das minhas tristes figuras, lol! Tive que ir com o marido tratar de alguns assuntos; no meio das voltas, passámos numa loja de animais e nenhum de nós resistiu a ir ver as montras... Estavam lá 3 cachorrinhos giríssimos, da raça Bulldog francês. Ora pois que eu não me lembrava nem por nada da raça. O marido pergunta se eu me lembro e eu...

Fonte

Saio-me com esta pérola:

"Epá, não me lembro, são aqueles que parece que levaram um focinho no nariz!" Ele olha para mim de olho arregalado, boca aberta e só lhe sai um "hã??????"

E eu, rápida na resposta, largo outra pérola:

"Sim, aqueles que parece que levaram um nariz no focinho!" Ele arregala o olho ainda mais, fica tipo peixe fora de água e, passados 3 ou 4 segundos, riposta com um "sentes-te bem?"

A minha pessoa pára, pensa, raciocina, e só aí é que percebe as maravilhosas pérolas que largou... Desmanchei-me a rir; ri tanto, mas tanto, que tive que me sentar porque já nem tinha forças nas pernas! E depois de rir desalmadamente, ao ponto de pôr umas quantas pessoas a olharem de lado para nós, respondo, muito lentamente e parando antes de pronunciar cada palavra: "O que eu queria dizer é que acho que os cães são aqueles que parece que levaram um murro no focinho" (nós os dois achamos sempre isto, mas adoramos a raça, atenção, os cães são engraçadíssimos e o termo não é de forma alguma usado de forma pejorativa).

Depois de tal cena, o marido acabou por ir à loja só para saber qual era a raça dos cães...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Um pouco sobre mim

Ora pois que fui desafiada pela Teresa, do blog Singular, a responder a algumas perguntinhas... Confesso que tenho imensa dificuldade em responder a este tipo de desafios porque nunca sei o que escrever, mas vou tentar... Vamos lá ver o que sai!

1- COMO TE DEFINES
Sou amiga dos meus amigos e estou sempre pronta para ajudar, mesmo que por vezes isso me possa prejudicar; sou sincera, sou perfeccionista, sou muito ansiosa e tenho uma fortíssima tendência para me auto-culpabilizar por tudo o que acontece. Isto assim em traços gerais... Se formos a esmiuçar a coisa, são bem capazes de amanhã de manhã ainda estarem a ler esta resposta!

 2- O QUE TE LEVOU A CRIAR UM BLOG?
A solidão; ou melhor, a necessidade de me sentir um bocadinho mais acompanhada. Até pode dar-se o caso de ninguém me ler, mas o blog acaba por, muitas vezes, servir como um "ombro amigo" com quem desabafo quando me sinto mais em baixo. É o que dá não ter ninguém com quem ir tomar um cafézito, lol!

3- QUAL A PRIMEIRA IMPRESSÃO DO BLOG QUE TE NOMEOU?
A-DO-RO!!!! Mesmo; adoro a forma como a Teresa escreve, as imagens que escolhe para colocar no blog; e sinto que até temos algumas coisas em comum :)

4- QUAL A TUA CIDADE DE SONHO?
Londres. Já lá fui algumas vezes (no tempo das vacas gordas) e é uma cidade da qual não me canso; há sempre mil e uma coisas diferentes para ver, fazer e descobrir.

5- O QUE FAZES NOS TEMPOS LIVRES?
Crochet!! E crochet, e mais crochet. E nos intervalos do crochet passeio pela net e vejo alguma TV.

6- QUAL O PRODUTO DE MAQUILHAGEM, ROUPA OU ACESSÓRIO FAVORITO
No inverno, pijamas, de preferência bem fofinhos e quentinhos. No verão, leggings e túnicas, porque mais simples e confortável que isso não há, na minha opinião :)

7- O QUE AINDA TE FALTA FAZER?
Tudo; ou quase tudo. Adorava conseguir ter uma ideia mais concreta em relação a este ponto... Mas não tenho e faz-me falta, apercebi-me disso agora mesmo.

8- QUAL TEM SIDO O MAIOR DESAFIO DA TUA VIDA?
Viver, sem dúvida. Porque sobreviver até é relativamente fácil, mas viver, viver mesmo, sendo feliz ou tendo momentos de felicidade com alguma frequência, é bem mais complicado. Em termos mais objectivos, educar os meus filhos; porque passo a vida com dúvidas, sem saber se estou a agir da melhor maneira possível para que eles venham a ser adultos responsáveis, confiáveis, com confiança neles próprios e capazes de fazer valer as suas opiniões.

9- O QUE É QUE TE INSPIRA?
Os meus filhos, claro. O sorriso deles, uma palavra, um gesto, um abraço, um desenho... E quase que por osmose, também sou inspirada por aquilo que os inspira a eles (isto é um bocadito difícil de explicar...)

E pronto! Não sou uma pessoa lá muito interessante, mas aqui ficam as minhas respostas :) E como parece que tenho que nomear mais cinco meninas para responderem ao desafio, cá vai (mas não se sintamn obrigadas, só respondem se quiserem!):

Márcia, Cupra & Mel

domingo, 7 de dezembro de 2014

Conhecem o Xeidafome???

Pois por aqui habita a sua restante família; vejamos:


  • Temos a mãe Xeidafrio (em baixando as temperaturas, ando sempre enregelada por mais roupa que vista);
  • O pai Xeidacafé (bebe café de saco como se não houvesse amanhã);
  • A filha Xeidacalor (anda sempre descalça, seja verão ou inverno e robes não são com ela);
  • O filho Xeidabirra, que normalmente anda sempre acompanhada do Xeidasono (uma desgraça, porque andam sempre de mãos dadas);
  • O cão Xeidaparódia (podem chover canivetes, que o danado está sempre pronto para a brincadeira);
  • O gato Xeidapachorra (qualquer um de nós pode fazer-lhe tudo e mais alguma coisa, que o gato nem liga);
  • A gata Xeidastress (qualquer coisinha que aconteça, a tipa fica de tal maneira que parece que vai explodir);
  • E a outra gata Xeidagulodice ( não há nada que lhe escape, não posso deixá-la entrar na cozinha!)...

Ontem, juntaram-se a mãe Xeidafrio, o pai Xeidacafé, o filho Xeidabirra e Xeidasono e o gato Xeidapachorra e foram todos fazer uma sesta enquanto fingiam que viam um filme... E soube tão bem!